Arquivo da Categoria ‘Tales of the Unusual’

Um achado!

Sábado, 29 de Novembro, 2008

Estava eu no Campo Pequeno muito quentinho, quando me deparo com um achado fantástico.

Daqueles que não se pode mesmo deixar passar…

E que nos faz pensar: “Será que mais ninguém reparou nisto?”

Pois bem… numa inócua prateleira de uma loja bem fixe chamada Ale-Hop vi esta pérola:

Sim, leram bem... Massagem negro 18cm

Mesmo assim, não tá caro...

Conversões? Na MINHA faculdade?

Sexta-feira, 28 de Novembro, 2008

Há coisa de uns 10 minutos, um jovem veio ter comigo, em nome de um grupo de jovens cristãos, e perguntou-me se eu também era.

Ao que eu respondi que não.

E ele perguntou-me se era 0%.

Ao que eu respondi que sim.

Ao que ele respondeu que isso não era nada científico.

Ao que eu respondi que era.

Ao que ele respondeu que não há provas que demonstrem deus não existe.

Ao que eu respondi que isso não era problema algum, acrescentando que o que se tem de provar é que deus existe e não o contrário.

Ao que ele respondeu que toda a forma como o Universo estava estruturado provava que havia que havia um criador.

Ao que eu respondi que, se não estivesse tudo estruturado, nada disto existiria. Logo não estaríamos a ter aquela conversa. Acrescentei ainda que até nem seria mau que tal fosse.

Ao que ele perguntou se eu não tinha qualquer tipo de espiritualidade, se acreditava em alguma coisa.

Ao que eu respondi que acreditava em zombies.

Ao que ele perguntou “…?”

Ao que eu respondi “Bem, é quando os mortos ressuscitam para comer os vivos. É uma ficção engraçada de se explorar.”

Ao que ele se foi embora.

Sinto-me orgulhoso, embora tenha pena de não o ter tentado converter ao pastafarianismo ou ao “invisible pink unicorn”-ismo como retaliação.

Livros para Todos

Quinta-feira, 5 de Junho, 2008

É bem sabido que há todo o tipo de livros neste planeta. Livros para colorir, para queimar na fogueira, para proibir e até para ler, vejam lá!

Há livros de cozinha com o Astérix, tratados de astronomia baseados no “facto” de a Terra ser plana e deslocar-se em cima de 4 elefantes situados no topo de uma carapaça de uma tartaruga gigante e muitos outros manuscritos de valor maior ou igual aos dos exemplos mencionados.

Contudo, venho-vos falar de um outro livro. Um livro cuja existência me foi revelada há alguns dias, em plena cantina do Instituto Superior Técnico, situada no campus Alameda. Como o ser humano que sou, encontrava-me no mesmo local, a ingerir a refeição denominada de “almoço”.

Depois de me ter servido da alternativa menos má e do combustível com sabor a laranja, arranjei um assento para instalar o meu vasto traseiro. Num dos lugares circundantes, encontrava-se uma jovem moçoila indistinta, igual a tantas outras. Depois deste singelo elogio, creio que posso passar à explicação que implica este incidente com o tema em geral do post.

A rapariga em questão partilhava da opinião da maioria das pessoas que se encontravam no mesmo compartimento do edifício em questão, logo também estava a almoçar. E se há quem consiga almoçar sem fazer mais nada ao mesmo tempo, há quem prefira entreter-se com outras actividades: quem está com companhia, costuma dialogar/trocar insultos com a dita cuja; quem está sozinho costuma encontrar outras coisas – eu ouvia música já que ainda não há comida que se ingira com ajuda dos tímpanos, e ela parecia entretida com um livro.

Livro esse, que é a génese deste post. A primeira impressão que dava é que seria um manual antigo, devido ao tipo de letra e forma como o texto estava distribuído, e não é que eu não estava completamente errado ao tirá-la. Era de facto um manual. (mais…)

Mudar…

Terça-feira, 1 de Abril, 2008

Ao fim de 2 anos e meio de existência, acho que está na altura de parar e pensar um bocadinho…

Começou-se este blog por capricho, foi um ‘já agora’, foi um ‘não temos mais nada que fazer’…
Talvez tenha sido um erro…
Mas são as  circunstâncias que gerem tudo na vida, seja profissionalmente, pessoal ou interpessoalmente…
E as circunstâncias mudam…

Já não estou no secundário, já não sou um miúdo…
A minha vida evoluiu, e há que fazer acompanhar essa evolução em outros campos. Agora há faculdade, há trabalho, há responsabilidades, há um futuro para assegurar…
E isso não liga bem com uma postura de brincadeira, de mandar piadas parvas para os alguns que nos visitam…
Está na altura de seguir em frente, custe o que custar…

Também é verdade que não me sinto o mesmo desde que a minha ratazana de estimação morreu naquele incidente com o almofariz e as duas dançarinas exóticas… … tem sido bastante difícil…

E também não ajudou o facto de ter partido ambas as pernas e uma orelha num insólito acidente com Legos…
Quase todos os meus amigos me abandonaram por eu dizer “sôma” em vez de “sóma”… Os que não o fizeram limitaram-se a dar-me um enxerto de porrada. A eles um grande bem-haja!
Perdi todo o meu dinheiro a comprar pastilhas Gorila e a especular na bolsa… quem haveria de dizer que água em pó não seria um bom investimento…
E, enfim, não seria tudo tão mau se a minha casa ainda estivesse intacta… também, que raio de sítio para cair um zepelim…

…Já não estou em condições de continuar…

Adeus, Garrafive!
… até um dia, quem sabe…

Notícia Triste

Terça-feira, 1 de Abril, 2008


Cinclaw: 1987 – 2008

Venho por este meio informar que o Cinclaw faleceu hoje às 1:04 da manhã de hoje.

Causa da morte? Ataque de caspa. Em sua homenagem, foi-lhe dedicada uma vaca na próxima Cow Parade. A ideia é chamar-lhe Matilde, por alguma razão.

É de facto impressionante que, nos tempos que correm, ainda haja gente a morrer por algo tão facilmente curável como um ataque de caspa. É que uma pessoa pode viver anos sem saber sequer da presença da infecção e, num instante, perder a vida numa enorme explosão que deixará a cadeira ou até os sapatos da vítima em estilh-

 

Hmm, parece que o blog tem algo a dizer.

…..

…….

Ou talvez não. Mas como eu estava a dizer antes daquela misteriosa e deveras rude interrup-

 

Mas que raio? (mais…)

CUlinária

Segunda-feira, 10 de Março, 2008

“Diz que o Cinclaw faleceu.”
“Não, não. Quem faleceu foi o senhor Gary Gygax.”
“Ah, pois é. Que erro o me-”

Mas o que é isto!? Mas uma pessoa ausenta-se por uns m(eses)inutos e começam logo a aparecer rumores sobre a possibilidade do meu falecimento?

Sinto-me insultado, ultrajado, superturbado e diria mesmo que esta foi a coisa mais insultuosa que ouvi nos últimos minutos.

Contudo, não deixarei que isso me impeça de retribuir o favor de forma violenta.

Logo, cá vai mais um post sem qualquer conteúdo humorístico. (mais…)

Parece que fãs já não só “leques” em inglês

Terça-feira, 18 de Dezembro, 2007

Bem, depois de uma A.G.A. com algum sucesso, e com a sua piada, dei por mim em cavaqueira fresquinha (já que o tempo tem andado chuvoso e frio) com um dos meus colaboradores aqui no Garrafive (leia-se, o autor da Piada Matemática). Ele contou-me que, ao que parece, a praGarrafive já se começou a alastrar.

E, fora as imediações imediatamente mais imediatas da localização localmente localizada no local onde um dos autores se encontra, consta que já infectámos mais que os motores de busca. Depois de buscas perfeitamente inocentes por por “naruto sic radical”, “piadas secas”, “stacy keibler”, “piadas muito secas”, “sede em ingles” e “consumismo”, fomos além do “I’m feeling brave lucky”.

Sem qualquer mão no assunto, pé no tópico ou até joelho na temática, já que isto não se trata de uma espécie de Twister semântico, os outrora-inocentes jovens da turma 7ºI, de uma escola nomeada por eles no respectivo site, entraram em contacto com o Vírus Gd5L, vulgo “Garrafive”. Como é sabido por todos, o vírus propaga-se seguindo a chamada sequência Coca-Cola, com algumas alterações:

  1. Estranha-se;
  2. Fecham-se os olhos o mais possível, com a força que sobrar ao indivíduo infectado;
  3. …está certo;
  4. Sente-se uma enorme vontade de bater com a testa na superfície rija mais próxima (mesas, paredes, etc.);
  5. Litros;
  6. Abrem-se novamente os olhos para ver se ainda lá está;
  7. Bolas de Cristal;
  8. Repete-se todo o processo, saltando-se os passos 3, 6 e 8;
  9. Entranha-se;

Teremos de fazer uma violenta inspecção aos armazéns onde guardamos os espécimes Gd5L o mais cedo possível. Ou pelo menos fechar as janelas da coisa. Talvez tenha sido isso… ou não.

Depois deste brilhante segmento educativo, irei passar a uma nota menos séria.

Sendo uma pessoa que preza algumas logias (tecno, ana, entre outras) acima de muitas coisas, confesso que não estava à espera que existisse gente interessada em colocar as nossas piadas no site deles. E até nos atribuiram a autoria delas, vejam lá.

É por isso que, tal como o meu caro co-autor que costuma ser meu amigo (e primo!) certamente se sentirá também, me sinto extremamente elogiado.

Uma vénia! (…que uma ténia é algo desagradável)

PS: Não que www.garrafive.com seja chato de escrever, ou procurar por “songoku” no google lhe fique muito atrás em dificuldade, mas seria possível colocarem um link? :)

Como dizia o Cell…

Segunda-feira, 26 de Novembro, 2007

…”O povo não anda bom”.

É, de facto, disso que este post trata: de mostrar o quanto o povo não anda bom. E que não é preciso ser um bio-ciborgue que absorveu dois andróides para o saber.

É até bastante acessível ao mais comum dos mortais, como em breve verão. E se verão, dirão “Outono no Garrafive, outono maior blog em português de sempre com a expressão “melancia kamikaze”escrita duas vezes no mesmo post”.

Duas vezes? Onde é que isso está escrito duas vezes neste post?
É preciso saber procurar, caros leitores.

Mas onde é que está o segundo “melancia kamikaze”?
Aí mesmo.

Argh…
Ask and ye shall receive. :P

Mas pronto, passemos à parte gira. (mais…)

Bible Fight

Sexta-feira, 9 de Novembro, 2007

Volta e meia, acontece tropeçarmos em algo que nos deixa, entre outras coisas, perplexos. Algo que é tão <adjectivo> que nos deixa num estado semelhante ao de estupefacção, enquanto tentamos compreender o que está à nossa frente na sua totalidade.

Este post dedica-se a uma dessas coisas. Ao jogo flash chamado “Bible Fight”, como o título do “aglomerado de texto exposto e publicado online” fazia antever.

A receita é simples:

  • Personagens bíblicos de alguma relevância;
  • Porrada;

E aí têm uma boa sopa: um divino creme de castanha à moda da Galileia.

No que toca à parte técnica, o jogo está bastante bem implementado. Embora às vezes não apanhe alguns golpes efectuados com alguma velocidade, é um pormenor ínfimo quando observado sem auxílio de lupa electrónica (à semelhança do microscópio). Os gráficos estão perfeitamente aceitáveis, com desenhos 2D muito bem conseguidos, e os personagens estão todos bastante distintos. Não é, portanto, possível confundir Moisés com Noé, por exemplo. A jogabilidade é excelente e, embora o jogo tenha uma curva de aprendizagem com algum declive, não é coisa que afaste potenciais jogadores.

Mas, embora tudo isto já seja suficiente para se fazer um bom jogo, o melhor do jogo acaba por não ser o jogo em si, mas as conversas que se têm com quem também está a jogar/ver ao pé. Muito dificilmente se ouviria alguém proferir

  • “Mas tu foste lutar com Satanás sem ser com a Virgem Maria? Estás doido ou quê?”;
  • “Epá, o Moisés dá cabo desta gente toda”;
  • ou “Epá, não deixes o Noé fazer o ‘2 of every animal stampede’ ou estás lixado” noutro contexto.

As reacções dos outros indivíduos presentes na sala em que forem proferidos os ditos comentários variarão certamente com os indivíduos. Dou por terminada a premissa (do silogismo), passemos à conclusão: o link para um site onde poderão disfrutar do jogo.

 Linky-Winky

PS:Não considero nem vejo como seria possível considerar este jogo como “um atentado aos valores cristãos”, “uma blasfémia de proporções satânicas” ou mesmo “aquele cujo nome não deve ser pronunciado”, mas sim como uma prova concreta da capacidade ocidental de “rir de si próprio”.

Estacionamento à Portuguesa

Terça-feira, 23 de Outubro, 2007

O país está mal… Toda a gente provavelmente já terá dito algo do género…
Este post não é propriamente uma piada seca, mas sim um apelo ao civismo do enorme corpo de fãs deste site que costuma dar pelo nome de Garrafive (ponto com).

A desconsciência está por todo o lado, e isso nota-se principalmente nos carros e automóveis (sem esquecer, obviamente, as viaturas). A título de exemplo, peço-vos que visualizem, observem e contemplem (não necessariamente por essa ordem) a imagem que se vai seguir.

É possível indicar uma data de erros na estacionação deste veículo… estacionagem, vá!

Ora vejamos:

Estacionamento à Tuga

Na curva, na passadeira, a ocupar a estrada… é o que quiserem…

Meus senhores, a minha rua merece melhor!
Levantem-se! Manifestem-se! … … e depois voltem a sentar-se, porque, na volta, talvez não sirva de muito…

 

Mas não deixa de ser mal feito!
(desculpem-me, mas ultimamente, tenho sentido necessidade de rabujar, vá-se lá saber porquê…)

Aqui há gato (fedorento)!

Domingo, 14 de Outubro, 2007

Hoje, bem pela manhãzinha (meia-noite e meia, talvez…) estava eu, algures em Lisboa, num estúdio onde se grava o ‘Diz que é uma espécie de Magazine’… … a fazer o quê?, a assistir, pois…

Fui a convite de um colega da faculdade, um quartanista, que já lá tem ido umas quantas vezes, e mais duas colegas caloiras.

Como experiência, foi espectacular, visto que tenho vindo a acompanhar a história dos Gatos desde os tempos da série Fonseca (como imensa gente, aliás). Já os tinha visto ao vivo, mas não em espectáculo. E ainda por cima, fiquei mesmo na fila da frente!

Também foi extremamente moderadamente educativo ver o programa na vida real (fora da televisão)… Para começar, o estúdio é bem mais pequeno do que parece; para continuar, quando alguma coisa não bate certo, tem de se repetir, e de maneira a parecer genuíno; para acabar, fiquei a saber que os tipos são tão porreiros quanto eu pensava…

Aquilo começa tardinho, e visto que já lá estávamos com 2 horas de antecedência, aproveitámos para escrever uns cartazes espectaculares (e com o tempo que sobrou ainda jogámos às cartas).

E abençoados cartazes, que de tão espectaculares não só nos valeram tempo de antena mas também elogios dos próprios Gatos… … se virem o programa hoje à noite, procurem pelos tipos da FCUL na fila da frente – um deles hei-de ser eu…

E a melhor parte veio depois, já que pudémos ir ao ‘Camarim Fedorento’, falar com os Gatos, arranjar uns autógrafos deles, meter conversa, e ainda tivémos o desplante de lhes dar autógrafos a eles, por parte do “Pessoal da FCUL” (não foi entregue em mão, mas a intenção era boa…).

Fomos despedidos com um aperto de mão carregado de significado, assim como quem diz “estou a dar-te um aperto de mão… e tal”

Só me ocorre um adjectivo: gostei! Vamos lá a ver se vai haver uma próxima vez…

Urso Pardo vs… Gato?

Sexta-feira, 16 de Junho, 2006

(Sim, dois posts meus no mesmo dia :P )

Bem, no telejornal do período nocturno, foi-me chamado à atenção o acontecimento que me prontifico a narrar nas linhas seguintes.

Considerem os seguintes factores:

urso pardo
Um urso pardo;
gato doméstico
Um gato doméstico;

O que acontecerá quando o 1º invade o território (leia-se, quintal) do 2º?

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