Não, não se trata do magnífico cliente de iPok que escrevi há uns dias. É magnífico, mas não é disso que trata este post.
Venho-vos falar de uma notícia que inventei descobri muito recentemente. Parece que a Konami contratou um estúdio português para fazer o próximo jogo da série Castlevania.
Para quem não conhece, é uma série já antiga de jogos de plataforma. O personagem principal costuma ser ou um membro da família Belmont ou um não-membro da família Belmont, como, por exemplo, o Alucard.
Fica aqui uma screenshot (que não foi tirada por mim nem me pertence, mas precisava de uma):
Bem, no que virá a ser o mais recente episódio da série, com nome ainda não anunciado, já se sabe quem vai ser o protagonista. Ou antes, a protagonista.
Num brilhante momento de criatividade inquietante, génio absoluto e inquestionável inteligência, foi decidido que a protagonista do próximo jogo teria um nome que fizesse sobressair a nacionalidade de quem a criou. E o nome em questão é…
Wiixercício - é esse o princípio por detrás do Wii Fit. Fazer exercício, e jogar Wii ao mesmo tempo. Há quem diga que as provas de natação no Mario vs. Sonic at the Olympic Games para a mesma consola já o conseguiam bastante bem. Mas parece que faltavam provas em que se usasse algo que não fosse o comando.
Hence, o Wii Fit. Dotado de um periférico próprio e desenhado de propósito para o produto aqui discutido, tenciona pôr a imagem do “tipo com o cu no sofá a jogar alguma coisa na consola” em questão. Segue, de certa forma, a ideia do Wii Sports, mas sem qualquer possibilidade de serem causados danos materiais a aparelhos electrónicos situados nas redondezas. Direi mesmo que, se tal suceder, é um insólito digno de um post no Garrafive. Logo, tratem de nos contactar se souberem de algum caso, que pode-se sempre fazer um “CSWII” com essa mesma informação.
Ora, o periférico é uma pequena plataforma branca que se coloca no chão e para cima da qual o jogador sobe conforme as instruções dadas pelo jogo em si. E, devido aos sensores instalados no dito aparelho, é possível efectuar toda uma série de tipos de exercícios, cada um com vista a trabalhar uma determinada área do físico do jogador. Uma espécie de Brain Training, mas direccionado ao resto do corpo, e em vez de Sudoku, sua-se do… corpo.
Confesso que acho piada à coisa, e que apoio a iniciativa da Nintendo.
Contudo, o vídeo que me proponho a divulgar tem bons argumentos e bom valor humorístico, logo vale a pena partilhar.
E conteúdo original, seu preguiçoso? É que isto de pôr aqui vídeos e chamar-lhes posts é giro e tal, mas o blogue não pode ser só isso. Tiveram aqui uma introdução de primeira e ainda se queixam.
Está-se-me cá a parecer que o blogue anda possuído por maus espíritos, talvez seja preciso fazer um Wiixorcismo.
Mas enfim, aqui vai o dito vídeo, da autoria do site SarcasticGamer.com:
Parece que há uma semana que não há novidades nas ilhas, já que no Continente isso nunca acontece. Depois de reinstaurar o clima de ódio visceral à minha pessoa, creio que se recriaram as condições para mais um post.
Um post sobre um jogo em que podemos pôr o nosso personagem a jogar sudoku. Felizemente, o jogo não consiste apenas nisso. Também o podemos pôr a dormir no sofá, a olhar para as paredes, comprar um portátil com seis portas USB (SEIS!) ou até, quiçá, fazê-lo sair de casa e conviver com os amigos.
No entanto, essa última parte é algo chata: os tais “amigos” têm a mania de telefonar sempre que se tem uma aula de direito internacional, por exemplo. O meu personagem precisa de acabar a porcaria dos cursos de direito, que o salário dele não está alto que chegue, damn it! E digo “amigos” porque basta não sair com eles duas ou três vezes, que “deixamos de existir”.
Felizmente, @ namorad@ costuma ser mais razoável e, se não for muito negligenciad@, mantém-se ao nosso lado e serve para manter alguma vida social, além de um romance saudável.
No que toca a gráficos e som, o jogo está algo minimalista: não há qualquer tipo de animações e tanto a música de fundo como os efeitos sonoros, apesar de se adequarem bem às situações em que se aparecem (sons de chuva quando chove, miados do gato quando se tem um, etc.), são sempre os mesmos, podendo levar a alguma saturação. Tal não sucedeu comigo, mas eu escrevo no Garrafive. Continue reading ‘Kudos (não confundir com Kodos)’
Tenho de confessar que nunca fiz um post a explicar porque é que não iria poder fazer um post, mas a ideia não está mal pensada. Terei de me lembrar disso no futuro. Contudo, este post existe e ser-lhe-á dada na sua plenitude nas linhas de texto que se seguem
Parece, portanto que há mais vídeos de onde os outros vieram. E com a mesma qualidade, o que é de louvar.
Tendo em conta que hoje ainda não fiz um post, não será por isso que se deverá esperar algo de especial deste. Até porque também é palha, palha, palha, vídeo, macaco, macaco, roupa interior. “Em equipa que ganha, não se mexe”, como diria Çabastião Bicente, Gonorrei da Ria Vené.
Um dos grandes marcos na história dos videojogos foi o ilustre Super Mario Bros. para a não menos ilustre Nintendo Entertainment System (mais conhecida como NES ou Nintendo). É, creio eu, tido por uma vasta maioria como o primeiro jogo em que apareceu o senhor Mario Mario. Infelizmente, essa quantidade de senhores e senhoras estão abismalmente enganados. Não ao ponto de uma Fossa das Marianas, evidentemente, mas ainda dá para um valente buraco.
O primeiro jogo em que o senhor Mario Mario se deu a conhecer ao mundo foi um palco partilhado com um certo gorila, o senhor Donkey Kong, ainda sem gravata. É também o nome do jogo, não somente de um gorila: “Donkey Kong”
O vídeo que coloquei ao vosso dispor mais abaixo é, portanto, o Donkey Kong, segundo Egoraptor. Enjoy!
Nada como uma referência mais obscura que um tampão à noite e uma pun francamente má para começar mais um preguiçost (post + preguiçoso, mas ao contrário).
Este preguiçost tem a intenção de não prolongar a sua estadia mais do que o necessário, logo irá deslocar-se a uma velocidade estonteante pelas estradas da introdução pejada de palha e explicação do título até ao seu destino e culminar.
Bem, nada como começar pelo princípio, hem?
O post tem a intenção de introduzir um vídeo muito bem conseguido, concuidadoparanãoservisto e cõumagabardinaeóculosescuros, feito pelos senhores da “Too much spare time”. Envolve duas coisas, as quais estão fortemente, e não fracodizverdade, relacionados com o título deste grande preguiçost:
Bohemian Rhapsody, dos Queen
Zero Wing
E onde é que entram os chapéus? É que a parte das bases a gente percebe. Bem, é uma história gira. Envolve karaoke na margem sul, headbanging e esse pequeno “troféu”. Karaoke efectuado pela minha pessoa, portanto, na Costa da Caparica, onde não costumo ir e onde, até à data presente, só fui duas vezes. Efectuado num qualquer bar nocturno da zona, com o omnipresente karaoke. Karaoke esse que não me possibilitou assassinar a Barbara Ann dos Beach Boys (e ainda bem, porque, comparada com a cover dos Blind Guardian, é uma desgraça), logo fiz o que qualquer outra pessoa faria. E consta que o fiz bem… o público gostou, pelo menos. Aquele aplauso sonante não enganou muita gente.
Durante um pequeno momento de headbanging durante a guitarrada instrumental, nada inspirado numa cena do Wayne’s World, o senhor Indy Víduo, que estava a dirigir a coisa, achou por bem colocar um chapéu de palha “Cachaça 51″ no meu enorme e desproporcionado crânio. Desconheço se o fez com o intuito de me chamar alcoólico, palhaço ou imbecil. Mas a coisa funcionou bem. Foi uma noite memorável, cuja descrição encheu o post com palha de qualidade, com ou sem chapéu.
Quanto às bases, bem, o Zero Wing e a mítica frase “All Your Base Are Belong to Us” já entraram no vocabulário de qualquer internetrodita. Logo, suponho que todos saibam ao que se refere o vídeo. E suponho, não o tiro. Bem, without further ado…
Volta e meia, acontece tropeçarmos em algo que nos deixa, entre outras coisas, perplexos. Algo que é tão <adjectivo> que nos deixa num estado semelhante ao de estupefacção, enquanto tentamos compreender o que está à nossa frente na sua totalidade.
Este post dedica-se a uma dessas coisas. Ao jogo flash chamado “Bible Fight”, como o título do “aglomerado de texto exposto e publicado online” fazia antever.
A receita é simples:
Personagens bíblicos de alguma relevância;
Porrada;
E aí têm uma boa sopa: um divino creme de castanha à moda da Galileia.
No que toca à parte técnica, o jogo está bastante bem implementado. Embora às vezes não apanhe alguns golpes efectuados com alguma velocidade, é um pormenor ínfimo quando observado sem auxílio de lupa electrónica (à semelhança do microscópio). Os gráficos estão perfeitamente aceitáveis, com desenhos 2D muito bem conseguidos, e os personagens estão todos bastante distintos. Não é, portanto, possível confundir Moisés com Noé, por exemplo. A jogabilidade é excelente e, embora o jogo tenha uma curva de aprendizagem com algum declive, não é coisa que afaste potenciais jogadores.
Mas, embora tudo isto já seja suficiente para se fazer um bom jogo, o melhor do jogo acaba por não ser o jogo em si, mas as conversas que se têm com quem também está a jogar/ver ao pé. Muito dificilmente se ouviria alguém proferir
“Mas tu foste lutar com Satanás sem ser com a Virgem Maria? Estás doido ou quê?”;
“Epá, o Moisés dá cabo desta gente toda”;
ou “Epá, não deixes o Noé fazer o ‘2 of every animal stampede’ ou estás lixado” noutro contexto.
As reacções dos outros indivíduos presentes na sala em que forem proferidos os ditos comentários variarão certamente com os indivíduos. Dou por terminada a premissa (do silogismo), passemos à conclusão: o link para um site onde poderão disfrutar do jogo.
PS:Não considero nem vejo como seria possível considerar este jogo como “um atentado aos valores cristãos”, “uma blasfémia de proporções satânicas” ou mesmo “aquele cujo nome não deve ser pronunciado”, mas sim como uma prova concreta da capacidade ocidental de “rir de si próprio”.
Bem, mais um dia, mais uma cenoura, como diria um tal coelho animado.
E esta cenoura tem formato de post. Trata-se, portanto, de um post cor-de-laranja e de um post raiz. Ao mesmo tempo. Ao vivo (apesar do título), e a cores. 5ª letra do alfabeto seguida de outra qualidade do post!
É estritamente necessário que haja por onde se pegar num post. Não se pode fazer um calhamaço enorme, pesado e caro e não lhe adaptar uma cavidade para lhe agarrar sequer (ocorre-me, assim de repente, uma certa televisão preta). Daí estas pequenas introduções que já se tornaram empromoçacterísticas, já que nem toda a gente é rica que chegue para ter coisas que lhe sejam características. Ensaldacterísticas, no máximo. É, também, uma forma de não reduzir os vários episódios a “olá, estão bons? Vídeo goes here, give us money, sod off!” que, embora fosse uma mudança de honestidade, capacidade de síntese, bom gosto e ainda poupança de tempo às duas partes envolvidas no fabrico e consumo do post em si.
Como vêem, acabei de encher um valente parágrafo a não fazer nada mais que explicar porque é que ele lá está e continuará a estar (embora com outras palavras) nos seus camaradas de ciclo. É, realmente, uma ideia de doomgénio, que halogénio é para a malta mais jovem.
Aliás, nem sequer teve de haver qualquer tipo de ligação entre as duas partes que compõem a primeira deste “installment”. E hooray pelas linhas adicionais de texto sem qualquer proveito para o que quer que seja. Continue reading ‘Ciclo Egoraptor - Dead or Awesome EXTREEEEEEEME’
Bem, há muito tempo que não faço um post, os impostos ou iogurte. Mas como isto não é a Danone de 5 Litros ou o Impresso G5-L, um post terá de servir.
Há já algum tempo (há já algum tempo, realmente [há já algum t- não?]) que tinha prometido um novo ciclo, que me permitiria desleixar-me ainda mais partilhar convosco mais uma grande série de obras audiovisuais de um desses grandes artistas que povoam a internet, esse animal tão querido. Optei pelo não-menos-querido Egoraptor, já que o Klawfive há algum tempo (!) que tinha cá postado uma das animações dele (do Egoraptor, portanto) de nome Metal Gear Awesome (bastante boa, por sinal).
Logo, uma parte do trabalho está feita. Infelizmente, é menos uma que vos poderia mostrar. Mas enfim, como não há dúvidas (Você aí, tem dúvidas? Não? Então cale-se!), prossigamos com o post. O post é belo, e Newton fez o post (ou antes, talvez já o tenha arranhado, visto ser um gato). Continue reading ‘Ciclo Egoraptor - Awesome the Hedgehog’
Depois de uma longa ausência “póstica” pela qual recebi uma quantidade avassaladora de prémios, medalhas e promoções (para todos), resolvi finalmente ir ver o que se podia aproveitar ao meu não muito vasto banco de screenshots do WoW. Como estava cansado, comecei por me sentar nele. Seguidamente, tendo já relaxado um pouco, fiz um levantamento do meu físico para uma postura erguida e comecei então aquilo que disse que ia fazer antes destas bonitas palavras que em nada ajudam para a construção do post, excepto em volume de texto que tão bem fica no excerto de entrada do post.
E, após alguns minutos (um qualquer número com 2 algarismos serve) de inspecção e verificação cuidadas e imparciais, obtive uma quantidade satisfatória de material. Chega até para preencher este post sem precisar de utilizar texto completamente acessório e sem qualquer razão de ser ou contribuição para o desenvolvimento do que me propus vir demonstrar e exibir ao grupo de indivíduos pertencentes à espécie humana, em toda a sua variedade, a que muitos denominam, ainda que não saibam que o fazem, como os leitores do Garrafive. Nem mais.
Em tempos conturbados em que se discute o que irá ser revelado na BlizzCon no que toca a conteúdos e até o nome da próxima expansão do jogo que faz boa parte da primeira metade do título deste post, então surge, revela-se e aparece o segundo volume do “Guia das References”. E creio que até já se pode começar com o dito cujo, ouvido eimpo e visto beio-empoeirado (como vêem, não perdi completamente a forma… até porque, como já dizia o Garfield, “redondo é uma forma”).
Vejam lá como as coisas são… vi na protecção de ecrã um screenshot de um jogo, e lembrei-me então de postar sobre esse mesmo screenshot. O jogo é Breath of Fire IV (ou 4, se preferirem), e o screenshot é invulgar, como podem observar no magnífico título deste futuramente magnífico post.
Vamos então ao contexto: a princesa Nina foi magicamente (e muito inconvenientemente) encolhida por fadas, enquanto a Party passeava por uma floresta encantada, mas nada encantadora… O protagonista mudo de cabelo azul, Ryu, a robot Ershin e o canídeo Scias vão então procurá-la…
Depois de vencer um pássaro de forma desnecessariamente violenta, a princesa fica então numa árvore (a da imagem). A robot, dotada da sempre útil habilidade de cabecear objectos, animais e pessoas, decide dar uma cabeçada na árvore, só para ver o que acontece…
Pois bem, o que acontece é que a Nina cai, exactamente ao mesmo tempo que o feitiço de encolhimento desaparece (que coincidência, hem?)… e cai aonde?, perguntam vocês…?
No seguimento do post anterior, venho partilhar um outro screenshot do famigerado Paper Mario, da não-tão-famigerada Nintendo 64. Trata-se de outro ‘Boratismo’ presente numa deixa…
Qual deixa…?
Esta deixa!
Cenário: Peach’s Castle, um Concurso, o “64th Trivia Quiz-off” na qual participa a Princesa Peach (a personagem que controlamos na altura).
O ‘64th’ é obviamente uma referência à consola. Também há no jogo um tipo que vende itens a 64 moedas, e até é de estranhar que este jogo não tenha ‘64′ no nome…
Outro pormenor (e talvez pura especulação)… o apresentador / Mestre de Cerimónias é um Hammer Brother! … … MC… Hammer!!! Será uma referência ao MC Hammer? Eu diria que sim!
P.S: Arranjem o emulador (aqui) e o jogo (acolá) , que vale a pena.
Eis o que se passou… estava eu muito bem a jogar Paper Mario no emulador de Nintendo 64 (um excelente jogo), quando me deparei com uma deixa que me chamou a atenção.
Contextualizando, numa localidade no deserto, chamada Dry Dry Outpost, no Dry Dry Desert (tudo nomes originais), o “rei”, um certo Moustafa (porque é um rato!), depois de o ter ajudado com qualquer coisa, disse-me isto:
O rato verde é o Moustafa, e tartaruga é um Paratroopa, chamado Parakarry, e o homenzito vestido de vermelho e azul é o Mario (não sabiam?! …deviam!!).
Só lhe faltava dizer ‘Hello, my name Moustafa! I like US and A! …I like sex!… I wish you great success!’
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