O Garrafive lança a campanha “Faça coisas de que habitualmente não se lembraria”
A minha ideia era fazer posts pequenos, ocasionais, com coisas que se pode fazer, mas que as pessoas poderão não ter pensado nisso ainda. A ver se me lembro de mais
Tenho de confessar que nunca fiz um post a explicar porque é que não iria poder fazer um post, mas a ideia não está mal pensada. Terei de me lembrar disso no futuro. Contudo, este post existe e ser-lhe-á dada na sua plenitude nas linhas de texto que se seguem
Parece, portanto que há mais vídeos de onde os outros vieram. E com a mesma qualidade, o que é de louvar.
Tendo em conta que hoje ainda não fiz um post, não será por isso que se deverá esperar algo de especial deste. Até porque também é palha, palha, palha, vídeo, macaco, macaco, roupa interior. “Em equipa que ganha, não se mexe”, como diria Çabastião Bicente, Gonorrei da Ria Vené.
Um dos grandes marcos na história dos videojogos foi o ilustre Super Mario Bros. para a não menos ilustre Nintendo Entertainment System (mais conhecida como NES ou Nintendo). É, creio eu, tido por uma vasta maioria como o primeiro jogo em que apareceu o senhor Mario Mario. Infelizmente, essa quantidade de senhores e senhoras estão abismalmente enganados. Não ao ponto de uma Fossa das Marianas, evidentemente, mas ainda dá para um valente buraco.
O primeiro jogo em que o senhor Mario Mario se deu a conhecer ao mundo foi um palco partilhado com um certo gorila, o senhor Donkey Kong, ainda sem gravata. É também o nome do jogo, não somente de um gorila: “Donkey Kong”
O vídeo que coloquei ao vosso dispor mais abaixo é, portanto, o Donkey Kong, segundo Egoraptor. Enjoy!
Bem, mais um dia, mais uma cenoura, como diria um tal coelho animado.
E esta cenoura tem formato de post. Trata-se, portanto, de um post cor-de-laranja e de um post raiz. Ao mesmo tempo. Ao vivo (apesar do título), e a cores. 5ª letra do alfabeto seguida de outra qualidade do post!
É estritamente necessário que haja por onde se pegar num post. Não se pode fazer um calhamaço enorme, pesado e caro e não lhe adaptar uma cavidade para lhe agarrar sequer (ocorre-me, assim de repente, uma certa televisão preta). Daí estas pequenas introduções que já se tornaram empromoçacterísticas, já que nem toda a gente é rica que chegue para ter coisas que lhe sejam características. Ensaldacterísticas, no máximo. É, também, uma forma de não reduzir os vários episódios a “olá, estão bons? Vídeo goes here, give us money, sod off!” que, embora fosse uma mudança de honestidade, capacidade de síntese, bom gosto e ainda poupança de tempo às duas partes envolvidas no fabrico e consumo do post em si.
Como vêem, acabei de encher um valente parágrafo a não fazer nada mais que explicar porque é que ele lá está e continuará a estar (embora com outras palavras) nos seus camaradas de ciclo. É, realmente, uma ideia de doomgénio, que halogénio é para a malta mais jovem.
Aliás, nem sequer teve de haver qualquer tipo de ligação entre as duas partes que compõem a primeira deste “installment”. E hooray pelas linhas adicionais de texto sem qualquer proveito para o que quer que seja. (mais…)
Bem, há muito tempo que não faço um post, os impostos ou iogurte. Mas como isto não é a Danone de 5 Litros ou o Impresso G5-L, um post terá de servir.
Há já algum tempo (há já algum tempo, realmente [há já algum t- não?]) que tinha prometido um novo ciclo, que me permitiria desleixar-me ainda mais partilhar convosco mais uma grande série de obras audiovisuais de um desses grandes artistas que povoam a internet, esse animal tão querido. Optei pelo não-menos-querido Egoraptor, já que o Klawfive há algum tempo (!) que tinha cá postado uma das animações dele (do Egoraptor, portanto) de nome Metal Gear Awesome (bastante boa, por sinal).
Logo, uma parte do trabalho está feita. Infelizmente, é menos uma que vos poderia mostrar. Mas enfim, como não há dúvidas (Você aí, tem dúvidas? Não? Então cale-se!), prossigamos com o post. O post é belo, e Newton fez o post (ou antes, talvez já o tenha arranhado, visto ser um gato). (mais…)
Depois de uma longa ausência “póstica” pela qual recebi uma quantidade avassaladora de prémios, medalhas e promoções (para todos), resolvi finalmente ir ver o que se podia aproveitar ao meu não muito vasto banco de screenshots do WoW. Como estava cansado, comecei por me sentar nele. Seguidamente, tendo já relaxado um pouco, fiz um levantamento do meu físico para uma postura erguida e comecei então aquilo que disse que ia fazer antes destas bonitas palavras que em nada ajudam para a construção do post, excepto em volume de texto que tão bem fica no excerto de entrada do post.
E, após alguns minutos (um qualquer número com 2 algarismos serve) de inspecção e verificação cuidadas e imparciais, obtive uma quantidade satisfatória de material. Chega até para preencher este post sem precisar de utilizar texto completamente acessório e sem qualquer razão de ser ou contribuição para o desenvolvimento do que me propus vir demonstrar e exibir ao grupo de indivíduos pertencentes à espécie humana, em toda a sua variedade, a que muitos denominam, ainda que não saibam que o fazem, como os leitores do Garrafive. Nem mais.
Em tempos conturbados em que se discute o que irá ser revelado na BlizzCon no que toca a conteúdos e até o nome da próxima expansão do jogo que faz boa parte da primeira metade do título deste post, então surge, revela-se e aparece o segundo volume do “Guia das References”. E creio que até já se pode começar com o dito cujo, ouvido eimpo e visto beio-empoeirado (como vêem, não perdi completamente a forma… até porque, como já dizia o Garfield, “redondo é uma forma”).
Aproveito para avisar que o post é comprido e desinteressante. Podem saltar para o próximo, embora esse também não esteja grande coisa. Se não souberem onde encontrar o próximo, sejam criativos.(mais…)
Parece que o senhor Kajetokun insiste em dar material postante ao corpo de intervensecura Garrafive. E, infelizmente para vocês, nós não nos acobardamos perante o desafio. Logo, o ciclo não terá fim anunciado até o autor retratado o dar a saber.
E material original, seu calinas? Quando é que voltas a dar uso a essa massa encefálica que já só é cinzenta devido ao pó acumulado?
Ena, estamos espirituosos… vejam lá se não levam com uma daquelas tão secas que transformam pêssegos em nozes e margens sul em desertos.
Bem, alguém tem que manter isto a funcionar… e, fora o servidor e todos esses pormenores técnicos completamente irrelevantes, achei que ficar-me-ia bem ser eu a fazê-lo
E aproveito para findar um ciclo(?) e anunciar outro. Ando sem grande inspiração (e o mundo agradece), mas alguma coisa têm de ver aqui… e consta que o próximo autor consegue ter piada (o que, convenhamos, não acontece connosco). Acabará(?), portanto, com este post o Ciclo dedicado às obras audiovisuais do senhor Kajmaster Kajet, vulgo Kajetokun.
Mas isso dos posts fáceis e com conteúdos humorísticos é má ideia… olha que nós ainda ficamos bem mal habituados!
É verdade, é verdade, eu sei que é verdade. Mas sem novidades, nem o Continente se safa, logo aqui também as terá de haver… até porque nós não moramos nas ilhas.
Não era suposto andares expirado? É que essa última foi bastante seca…
Talvez não esteja tão mal como faço penso estar, já que ainda existe alguma secura nos meus encadeamentos de vocábulos com organização premeditada.
Contudo e no entanto, chega de palavreado introdutório completamente oco no que toca a conteúdo “pôstico” e descaradamente utilizado com palha, feno e até ração. E todos sabemos que o público do Garrafive prefere as plumalhas, febralhas e iscalhas a esse tipo de coisas. (mais…)
Encontramo-nos perto do final deste ciclo, visto este ser a última edição do dito cujo. Se ficam felizes ou não por tal coisa acontecer é convosco, a mim não me faz muita diferença.
Contudo, terão de admitir que, antes de se verem confrontados com forças de combate acima das 9000 unidades, esperanças que o corpo aguente e bolas inertes, a vossa vida era vazia, desinteressante e francamente deprimente. Não vale a pena dizerem que não, ou que “epá, cala-te, que, de cada vez que levas as mãos ao teclado, acontece uma desgraça bastante desagradável algures no planeta”, ou até “Hã? Isto não é o YouTube! Que azulada é esta!?”.
É, portanto, necessário e desejado que o ciclo continue, tanto para o bem da minha postcount (que anda francamente baixa) como para o mal do entediamento característico dos leitores assíduos do Garrafive (sim, o senhor gordo na 4ª fila também conta).
E, de facto, o ciclo continuará. Por isso, não percam o resto do post (carregando na link habitual), porque da última vez deu uma trabalheira a achar… (mais…)
Tendo em conta que o episódio anterior não foi recebido de forma tão calorosa como deveria ter sido, intuí que seria necessário continuar este ciclo até ao fim! Nem que seja para dar um efeito bonito de progressão e continuidade…
Muito bem, ao trabalho!
O 3º fascículo do Ciclo Kajetokun aqui no Garrafive incide sobre o vídeo cujo título compõe a 2ª metade do deste post: “THE BALLS ARE INERT”. Mais uma vez, a cena do episódio de Dragon Ball Z de onde o sr. Kajetokun retirou é completamente verídica e a discussão mantida entre os personagens (Son) Gohan e (Coraçaozinho de) Satã não foi alterada de maneira nenhuma. No entanto, este vídeo já inclui clips retirados de mais que um anime (por exemplo: Fist of the Northern Star) e um videojogo (Resident Evil).
Visto não me sentir particularmente inspirado (acabei de expirar), este post irá progredir na direcção do vídeo em si.
Bem, depois do êxito estrondoso da primeira edição deste ciclo que me propus fazer, achei que ficava bem continuá-lo.
É certo que facilmente se encontram os restantes vídeos do senhor Kajetokun no portal YouTube, mas mesmo assim, são posts na mesma. (E fáceis de fazer, também)
Depois de “IT’S OVER NINE THOUSAAAAAAAAAND!!!!”, passamos para um outro vídeo com a mesma inspiração: clips retirados de vários animes (e não só DBZ, como erradamente referi no post anterior – não me lembro de ver mechs no DBZ, já que o Pilaf não aparecia sequer), mas principalmente Dragon Ball Z. Vale a pena referir que a parvoíce já lá estava toda, mas nunca terá sido tão bem aproveitada como foi pelo Kajetokun.
Bem, não me ocorre nada, por isso é melhor passar ao vídeo (aquele magote de camponeses com tochas e ancinhos não parece mesmo nada satisfeito).
PS: está para sabe-se lá quando breve a versão tuga da cena do “OVER NINE THOUSAAAAAAAAAND!!” em português mas, lamentavelmente, o senhor João Loy não conseguiu ser tão emotivo como o seu camarada norte-americano.
Começa hoje a pequena deambulação pelas produções audiovisuais de autoria do senhor Kajmaster Kajet, doravante designado por “Kajetokun”, tal como no respectivo perfil no portal YouTube.
Mencionei no último post que, ultimamente, me tinha tornado fã de “randomness” e todo o bom humor que daí origina. Deve-se em muito aos vídeos deste senhor.
Começarei pelo primeiro: IT’S OVER NINE THOUSAAAAAAAAAAND!!! Este vídeo já se tornou um fenómeno pela internet afora, e não é incomum fazerem-se referências a mesmo numa qualquer discussão menos séria. Composto apenas por imagens retiradas de uma das versões americanas do anime Dragon Ball Z, o vídeo foi feito com uns punhados de segundos de imagem de um só episódio, por montagem de várias porções desse mesmo clip. O resultado é extremamente “zany”.