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Oftalmologia Veterinária (Porque Oculogia não existe)

Segunda-feira, 16 de Novembro, 2009

Dois valentes palavrões como título mostram que este post significa negócio sério. Uma tradução incrivelmente má junta-se à festa para que ninguém fique indiferente à magnificência deste post.

Ora, como os animais são seres humanos como as pessoas (tal como os jogadores de futebol, segundo o filósofo Nuno Gomes), acho um escândalo que ainda não exista uma rede de especialistas oftalmológicos dedicados aos nossos melhores amigos, os animais de estimação. Gatos, cães, tubarões, polvos, , papagaios, hamsters, aranhas, pombos, etc, têm todos olhos. E, fora os pombos, são todos animais de estimação perfeitamente aceitáveis e capazes de um companheirismo inigualável (excepto por todos os outros, menos os pombos).

Como ainda não é possível ter um Yogg-Saron, um Faceless One ou um dos acólitos do Primeiro Mal na Terra (exemplos tão bons como quaisquer outros) como animal de estimação, é conveniente que haja alguma forma de podermos contar com gente especializada que seja capaz de se certificar que os nossos pets se encontram de plena saúde no que toca ao funcionamento dos seus globos oculares e da estrutura nervosa que permite a sua utilização.

E isto leva-nos à parte mais importante de toda esta questão: o que é que se vai chamar aos aparelhos que alguns animais menos favorecidos terão de usar para conseguir fazer a sua vida sem parecer o Rantanplan (saltos demasiado curtos/longos). Já o Ninja do Ask a Ninja se referia aos ninjas de vários filos e feitios com terminologia própria. Por exemplo: um cão ninja não era um cão ninja, mas sim um caninja. E, embora os ninjas sejam os seres espetaculares e impossíveis de igualar que são, creio que podemos pelo menos seguir o seu exemplo no que toca aos animais de estimação.

Logo, fica aqui a primeira pedra do muro da área da Oftalmologia Veterinária para que os especialistas que se ocuparão deste assunto de extrema importância tenham por onde começar.

Um par de óculos para gatos e outros felinos não se pode chamar “par de óculos para gatos e outros felinos” tal como uma T-shirt não é uma “camisa fechada de manga curta em forma de T”.

Um par de óculos para felinos chamar-se-á um Leopar-de-óculos.

Meteorologia & Internet

Segunda-feira, 16 de Novembro, 2009

Depois de hoje me ter deparado com este magnífico sítio da internet, resolvi finalmente registar aqui a magnífica piada que fiz ontem num almoço de família.

Como alguns leitores mais perspicazes poderão ter reparado, trata-se de uma piada sobre o tempo (as in, chuva, sol, etc) e sobre a internet. Uma mistura das duas até.

Para não fugir ao habitual esquema de “Pergunta-Resposta”, resolvi seguir o dito cujo.

P: Sabem porque é que ontem choveu torrencialmente?

R: Havia muitas seeds (sementes, em português).

Sara Feiticeiro

Quarta-feira, 15 de Abril, 2009

Parece que o sr. José Saramago foi internado “recentemente” numa instalação hospitalar.

Foram chamados médicos especialistas (em áreas tão distintas como 2 metros quadrados e quatro hectares) e o diagnóstico não tardou a ser divulgado, após cuidada análise dos sintomas.

Parece que o Nobel da literatura de 1998 estava com falta de pontuação.

Pequeno Pedido

Quinta-feira, 11 de Dezembro, 2008

Se algum dos dois leitores me puder enviar o nome da carta 21 do baralho de tarot usado no whoróscopo do Global Notícias, o próximo post chegará mais depressa.

É só deixar um comentário.

Portugal a dar cartas no mundo da jogatana

Sexta-feira, 28 de Novembro, 2008

Não, não se trata do magnífico cliente de iPok que escrevi há uns dias. É magnífico, mas não é disso que trata este post.

Venho-vos falar de uma notícia que inventei descobri muito recentemente. Parece que a Konami contratou um estúdio português para fazer o próximo jogo da série Castlevania.

Para quem não conhece, é uma série já antiga de jogos de plataforma. O personagem principal costuma ser ou um membro da família Belmont ou um não-membro da família Belmont, como, por exemplo, o Alucard.

Fica aqui uma screenshot (que não foi tirada por mim nem me pertence, mas precisava de uma):

Bem, no que virá a ser o mais recente episódio da série, com nome ainda não anunciado, já se sabe quem vai ser o protagonista. Ou antes, a protagonista.

Num brilhante momento de criatividade inquietante, génio absoluto e inquestionável inteligência, foi decidido que a protagonista do próximo jogo teria um nome que fizesse sobressair a nacionalidade de quem a criou. E o nome em questão é…

CastleVânia!

Conversões? Na MINHA faculdade?

Sexta-feira, 28 de Novembro, 2008

Há coisa de uns 10 minutos, um jovem veio ter comigo, em nome de um grupo de jovens cristãos, e perguntou-me se eu também era.

Ao que eu respondi que não.

E ele perguntou-me se era 0%.

Ao que eu respondi que sim.

Ao que ele respondeu que isso não era nada científico.

Ao que eu respondi que era.

Ao que ele respondeu que não há provas que demonstrem deus não existe.

Ao que eu respondi que isso não era problema algum, acrescentando que o que se tem de provar é que deus existe e não o contrário.

Ao que ele respondeu que toda a forma como o Universo estava estruturado provava que havia que havia um criador.

Ao que eu respondi que, se não estivesse tudo estruturado, nada disto existiria. Logo não estaríamos a ter aquela conversa. Acrescentei ainda que até nem seria mau que tal fosse.

Ao que ele perguntou se eu não tinha qualquer tipo de espiritualidade, se acreditava em alguma coisa.

Ao que eu respondi que acreditava em zombies.

Ao que ele perguntou “…?”

Ao que eu respondi “Bem, é quando os mortos ressuscitam para comer os vivos. É uma ficção engraçada de se explorar.”

Ao que ele se foi embora.

Sinto-me orgulhoso, embora tenha pena de não o ter tentado converter ao pastafarianismo ou ao “invisible pink unicorn”-ismo como retaliação.

Um Regresso

Quarta-feira, 8 de Outubro, 2008

“Diz que é uma espécie de magazine… DIZ QUE É UMA ESPÉCIE DE MAG-”

Ao que isto chegou: nada mais que repetições do programa anterior dos senhores fedorentos que também calhou serem gatos. Ai, enfim, pá, enfim.

Mudando nada brevemente de assunto, aqui está um post. Or is it?

Sim, é mesmo um post. Quem diria, hem? Depois de ter feito ingresso na FCUL, faço um magnífico regresso ao blog em si. Daqui a pouco far-se-á ouvir uma enorme algazarra em vários locais do país, embora isso provavelmente esteja mais relacionado com engarrafamentos. Felizmente, o blog é o Garrafive, portanto é apropriado.

Há algum tempo, fui embarcado numa viagem até aos confins do Universo, do mundo e até de Portugal. Essa não-muito-magnífica viagem incluiu uma passagem de 2-3 dias pelo Porto. O Porto, confesso, não é nada de especial. E, por essa mesma razão, não lhe dedicarei mais que este parágrafo.

Encontrei lá uma tabuleta que não tenho qualquer problema em apelidar de “o melhor que o Porto na sua totalidade tem para oferecer”.

E aqui está essa tabuleta:

tabuleta

Livros para Todos

Quinta-feira, 5 de Junho, 2008

É bem sabido que há todo o tipo de livros neste planeta. Livros para colorir, para queimar na fogueira, para proibir e até para ler, vejam lá!

Há livros de cozinha com o Astérix, tratados de astronomia baseados no “facto” de a Terra ser plana e deslocar-se em cima de 4 elefantes situados no topo de uma carapaça de uma tartaruga gigante e muitos outros manuscritos de valor maior ou igual aos dos exemplos mencionados.

Contudo, venho-vos falar de um outro livro. Um livro cuja existência me foi revelada há alguns dias, em plena cantina do Instituto Superior Técnico, situada no campus Alameda. Como o ser humano que sou, encontrava-me no mesmo local, a ingerir a refeição denominada de “almoço”.

Depois de me ter servido da alternativa menos má e do combustível com sabor a laranja, arranjei um assento para instalar o meu vasto traseiro. Num dos lugares circundantes, encontrava-se uma jovem moçoila indistinta, igual a tantas outras. Depois deste singelo elogio, creio que posso passar à explicação que implica este incidente com o tema em geral do post.

A rapariga em questão partilhava da opinião da maioria das pessoas que se encontravam no mesmo compartimento do edifício em questão, logo também estava a almoçar. E se há quem consiga almoçar sem fazer mais nada ao mesmo tempo, há quem prefira entreter-se com outras actividades: quem está com companhia, costuma dialogar/trocar insultos com a dita cuja; quem está sozinho costuma encontrar outras coisas – eu ouvia música já que ainda não há comida que se ingira com ajuda dos tímpanos, e ela parecia entretida com um livro.

Livro esse, que é a génese deste post. A primeira impressão que dava é que seria um manual antigo, devido ao tipo de letra e forma como o texto estava distribuído, e não é que eu não estava completamente errado ao tirá-la. Era de facto um manual. (mais…)

Wifite

Segunda-feira, 19 de Maio, 2008

Wiixercício – é esse o princípio por detrás do Wii Fit. Fazer exercício, e jogar Wii ao mesmo tempo. Há quem diga que as provas de natação no Mario vs. Sonic at the Olympic Games para a mesma consola já o conseguiam bastante bem. Mas parece que faltavam provas em que se usasse algo que não fosse o comando.

Hence, o Wii Fit. Dotado de um periférico próprio e desenhado de propósito para o produto aqui discutido, tenciona pôr a imagem do “tipo com o cu no sofá a jogar alguma coisa na consola” em questão. Segue, de certa forma, a ideia do Wii Sports, mas sem qualquer possibilidade de serem causados danos materiais a aparelhos electrónicos situados nas redondezas. Direi mesmo que, se tal suceder, é um insólito digno de um post no Garrafive. Logo, tratem de nos contactar se souberem de algum caso, que pode-se sempre fazer um “CSWII” com essa mesma informação.

Ora, o periférico é uma pequena plataforma branca que se coloca no chão e para cima da qual o jogador sobe conforme as instruções dadas pelo jogo em si. E, devido aos sensores instalados no dito aparelho, é possível efectuar toda uma série de tipos de exercícios, cada um com vista a trabalhar uma determinada área do físico do jogador. Uma espécie de Brain Training, mas direccionado ao resto do corpo, e em vez de Sudoku, sua-se do… corpo.

Confesso que acho piada à coisa, e que apoio a iniciativa da Nintendo.

Contudo, o vídeo que me proponho a divulgar tem bons argumentos e bom valor humorístico, logo vale a pena partilhar.

E conteúdo original, seu preguiçoso? É que isto de pôr aqui vídeos e chamar-lhes posts é giro e tal, mas o blogue não pode ser só isso.
Tiveram aqui uma introdução de primeira e ainda se queixam.

Está-se-me cá a parecer que o blogue anda possuído por maus espíritos, talvez seja preciso fazer um Wiixorcismo.

Mas enfim, aqui vai o dito vídeo, da autoria do site SarcasticGamer.com:

O Capitão voltou!

Segunda-feira, 12 de Maio, 2008

Há algum tempo que não se lia um artigo escrito pelo Capitão no Destak.

Por mais que se procurasse ou insistisse junto da redacção, parece que eles não possuíam qualquer intenção de alguma vez reincidir na acção de lhe dar tempo de papel. Infames!

Contudo, parece que apesar de a água ser extremamente mole, a pedra não era tão dura como faziam parecer. Porquê?, perguntarão as senhoras da limpeza que estão a lavar as janelas.

Porque o Capitão finalmente conseguiu deitar a mão a um pedaço da edição de hoje, Segunda-Feira, 12 de Maio de 2008.

Capitão, capitão, capitão… mas quem é esse capitão afinal?
Creio que esta é a altura certa de revelar a identidade do Capitão. E fá-lo-ei com uma imagem do artigo mais recente do senhor… ou do cabeçalho, pelo menos.

E aqui está:

Trata-se, portanto, do grande Captain Obvious.

Calções em Inglês

Quarta-feira, 30 de Abril, 2008

Não querendo ficar para trás, deixo aqui também um post sobre a procrastinação, sob a forma de um póster motivador.

The Uwe Goal

Segunda-feira, 21 de Abril, 2008

Venho-vos falar hoje com um propósito.

Muitos de vós já terão decerto pelo menos ouvido falar de algumas adaptações atrozmente MÁS de alguns videojogos para o grande ecrã. Alone in the Dark, BloodRayne, House of the Dead e, mais recentemente, Postal e Far Cry. E o Dungeon Siege também.

É certo que muitos de vós conhecerão, ou já terão pelo menos ouvido falar dos jogos acima enunciados. E, com alguma sorte, serão sortudos o suficiente para nunca terem posto os olhos em cima das menos boas adaptações cinematográficas.

Tenho aqui um exemplo da forma como qualquer companhia responsável deveria lidar com o senhor em causa, retirado deste artigo:

Renegade film director Uwe Boll has told MTV that he approached Blizzard for the film rights to World of Warcraft.

He was not-so-politely refused. According to Boll, “I got in contact with [chief operating officer] Paul Sams of Blizzard, and he said, ‘We will not sell the movie rights, not to you… especially not to you.’”

E, para evitar que o senhor sequer possa tentar de novo e, de acordo com o próprio, foi criada uma petição para esse efeito.

“De acordo com o próprio? Como assim?”

É simples, como poderão ler de seguida. O excerto é retirado daqui.

Are you aware that there is a petition online, signed by 18,000 people, requesting that you stop making movies?
Yeah, I know that. 18,000 is not enough to convince me.

How many would it take?

One million. Now we have a new goal.

E cá está – um desafio. Será que estamos à altura? Eu cá acho que sim, e as outras 210395 pessoas que assinaram também.

Portanto, faz a tua parte, contribui para o combate ao aquecimento global e salva um gatinho preso numa árvore e…

Assina a petição!


Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 Portugal
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