Arquivo do mês de Novembro, 2008

Dores de cabeça

Domingo, 30 de Novembro, 2008

…Nunca tive nenhuma… Mas parece que é um acontecimento bastante comum para a maioria das pessoas.

E toda a gente conhece um medicamento para as dores de cabeça, que é a Aspirina.

Mas esse produto é feito no Ocidente, é uma vil maquinação capitalista…

Por isso, no médio Oriente tem outro nome:

Ayatollah

Um achado!

Sábado, 29 de Novembro, 2008

Estava eu no Campo Pequeno muito quentinho, quando me deparo com um achado fantástico.

Daqueles que não se pode mesmo deixar passar…

E que nos faz pensar: “Será que mais ninguém reparou nisto?”

Pois bem… numa inócua prateleira de uma loja bem fixe chamada Ale-Hop vi esta pérola:

Sim, leram bem... Massagem negro 18cm

Mesmo assim, não tá caro...

Portugal a dar cartas no mundo da jogatana

Sexta-feira, 28 de Novembro, 2008

Não, não se trata do magnífico cliente de iPok que escrevi há uns dias. É magnífico, mas não é disso que trata este post.

Venho-vos falar de uma notícia que inventei descobri muito recentemente. Parece que a Konami contratou um estúdio português para fazer o próximo jogo da série Castlevania.

Para quem não conhece, é uma série já antiga de jogos de plataforma. O personagem principal costuma ser ou um membro da família Belmont ou um não-membro da família Belmont, como, por exemplo, o Alucard.

Fica aqui uma screenshot (que não foi tirada por mim nem me pertence, mas precisava de uma):

Bem, no que virá a ser o mais recente episódio da série, com nome ainda não anunciado, já se sabe quem vai ser o protagonista. Ou antes, a protagonista.

Num brilhante momento de criatividade inquietante, génio absoluto e inquestionável inteligência, foi decidido que a protagonista do próximo jogo teria um nome que fizesse sobressair a nacionalidade de quem a criou. E o nome em questão é…

CastleVânia!

Conversões? Na MINHA faculdade?

Sexta-feira, 28 de Novembro, 2008

Há coisa de uns 10 minutos, um jovem veio ter comigo, em nome de um grupo de jovens cristãos, e perguntou-me se eu também era.

Ao que eu respondi que não.

E ele perguntou-me se era 0%.

Ao que eu respondi que sim.

Ao que ele respondeu que isso não era nada científico.

Ao que eu respondi que era.

Ao que ele respondeu que não há provas que demonstrem deus não existe.

Ao que eu respondi que isso não era problema algum, acrescentando que o que se tem de provar é que deus existe e não o contrário.

Ao que ele respondeu que toda a forma como o Universo estava estruturado provava que havia que havia um criador.

Ao que eu respondi que, se não estivesse tudo estruturado, nada disto existiria. Logo não estaríamos a ter aquela conversa. Acrescentei ainda que até nem seria mau que tal fosse.

Ao que ele perguntou se eu não tinha qualquer tipo de espiritualidade, se acreditava em alguma coisa.

Ao que eu respondi que acreditava em zombies.

Ao que ele perguntou “…?”

Ao que eu respondi “Bem, é quando os mortos ressuscitam para comer os vivos. É uma ficção engraçada de se explorar.”

Ao que ele se foi embora.

Sinto-me orgulhoso, embora tenha pena de não o ter tentado converter ao pastafarianismo ou ao “invisible pink unicorn”-ismo como retaliação.

Produtos para todos os feitios

Terça-feira, 25 de Novembro, 2008

O sistema capitalista, consumista, tem muitas coisas que se lhe digam… Não o conheço pessoalmente, mas é o que oiço dizer…

Mas uma das coisas boas é que tem formas de facultar às pessoas produtos adequados a todo o tipo de gostos e desgostos… mas é principalmente os gostos… ah! E feitios também.

Note-se um belo exemplo…

Existe iogurte para optimistas:

 

Iogurte Longa Vida

E água para pessimistas:

 

Água penacova

Vamos brincar

Quinta-feira, 20 de Novembro, 2008

Para isto ser mais divertido, e mais interactivo, decidi que era altura de fazer uma postagem com um pequeno jogo…

Vamos lá completar a frase, com a ajuda da imagem…

 

“Eu não a malhei, mas a _____________________________”

…conseguiram? Então parabéns!

Humor mórbido… porque não?

Terça-feira, 4 de Novembro, 2008

É uma boa pergunta… mas infelizmente quase completamente irrelacionada com este post…

Quase… porque tem um bocadinho muito pequenino a ver (e não ‘que ver’… e muito menos ‘haver’)

É só uma piada, para quebrar a monotonia

Sabem para onde são enviadas as pessoas que estão meio-mortas?

Para um semi-tério!


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