… Apesar de esta frase ser suficiente como post, visto que explica o tema apresentado no título, hoje sinto-me generoso, e portanto escreverei mais. (muito mais…)
Em Lisboa, um planeamento urbanístico eficaz evitou uma terrível catástrofe, e potenciais desastres diplomáticos de enormes proporções.
Para saber mais, continue a ler.
Para saber como continuar a ler, clique no link que se segue: (mais…)
O próprio! O histórico Robin Hood será finalmente contemplado numa piada seca…
Já não era sem tempo… O infame Robin do Capuz dá o ar da sua graça a este igualmente infame paradeiro.
É uma pena é a piada ser absolutamente incomportável…
…E sabem o que é que também é uma pena?
…
É o que o Robin Hood tem no chapéu…
Hoo-hah!
Mas vamos ao cerne do post…
Dizem os historiadores que o Robin Hood era extremamente supersticioso.
Não era o género de superstição de ter medo das sextas-feiras 13, ou de gatos pretos… mas aquele género que incide na utilização de amuletos.
Ora, o nosso amigo Robin, para além de uma pena vermelha no chapéu, tinha uma flecha de estimação… era a sua flecha favorita, a sua flecha predilecta, a flecha da qual ele mais gostava, e a flecha pela qual ele tinha maior apreço.
Uma coisa linda de se ver… madeira de sequóia gigante envernizada com âmbar do Zaire, trabalhada à mão por monges tibetanos, cauda de penas de aves-do-paraíso, estrias aerodinâmicas, ponta de aço inox e airbags laterais!
É, de facto, disso que este post trata: de mostrar o quanto o povo não anda bom. E que não é preciso ser um bio-ciborgue que absorveu dois andróides para o saber.
É até bastante acessível ao mais comum dos mortais, como em breve verão. E se verão, dirão “Outono no Garrafive, outono maior blog em português de sempre com a expressão “melancia kamikaze”escrita duas vezes no mesmo post”.
Duas vezes? Onde é que isso está escrito duas vezes neste post?
É preciso saber procurar, caros leitores.
Mas onde é que está o segundo “melancia kamikaze”?
Aí mesmo.
Continuando na onda das primeiras piadas (as segundas piadas, ao que parecem, nunca foram muito apreciadas, mas é capaz de ter algo a ver com a palavra “segunda” e o dia com que partilham a designação), e após cobrir grandes e nobres áreas do conhecimento humano, passa-se à Herdade da Tabela, esse refúgio de exilados e abusados, como o Cálcio (o sapato, o “téne”, o chinelo, o que quiser), o Magnésio, o Manganésio (a versão alentejana do Magnésio), o Fósforo, o Fog-… vocês percebem.
A Herdade da Tabela atribui uma pequena parcela da sua extensão, associada a um número pré-definido, a cada um dos habitantes, e pode ser observada em qualquer sala de aula com pretensões de ensinar qualquer tipo de química em condições. Seja ela química orgânica, piânica, xilofónica ou até crávica, exige sempre a presença de pelo menos uma imagem relativa ao sítio em questão. São tão meticulosos na manutenção da propriedade, que, entre as várias divisões pouco mais existe que uma pequena e ténue divisória, e mesmo essa só aparece em alguns casos.
E há regiões para todos os gostos: metais alcalinos (que não vivem em pilhas), elementos de transição (onde se encontra um pouco de tudo: Ósmio, Irídio, Platina, Volfrâmio, etc. Confesso que o Volfrâmio não é um exemplo feliz, já que um dos seus principais fornecedores se situou em tempos na Panasqueira, atraindo toda uma série de controvérsias, desquádrias e antisonétios.
Vim fazer este post em defesa do inquilino número 3, o Lítio. (mais…)
Afinal, um curso de Biologia também tem uma cadeira de Matemática (a chamada ‘matemática para biólogos’…). Isso por um lado é bom, porque dá para fazer piadas… mas por outro lado é extremamente chato (até porque tenho frequência neste Sábado que vem).
E este post é sobre o lado bom (o das piadas)…
Comecemos…
Existe uma coisa chamada ‘linguagem matemática’, um conjunto de símbolos com significados específicos, de forma a ser universalmente entendida.
No entanto, contrariamente àquilo que a maior parte da maioria do grosso da população é capaz de pensar… dá para escrever muito mais coisas em linguagem matemática do que os simples e enfadonhos ‘e’, ‘ou’, ‘existe pelo menos um’, ‘pertence a’, ‘tal que’ e etc.
Podemos até escrever sentimentos… a inveja, por exemplo… h’ (vizinho) > h’ (mim)
E mesmo frases extremamente ordinárias, como:
…E depois ainda dizem que a matemática é aborrecida…
Quando saía do banho, ocorreu-me esta piada… … o que, só por si, é estranho…
Mas, após prolongados estudos, cheguei à conclusão de que, em Portugal, é proibido roubar… e lembrei-me de associar isso a uma maçã… o que faz todo o sentido…
Portanto… cá no nosso país o acto de roubar é punível por lei. Claro que há toda uma ordem de variantes, nomeadamente sobre a gravidade do roubo, existência de agravantes e mais não sei o quê. O principal para a integridade deste post e desta piada é que é proibido roubar… os pormenores técnicos só atrapalham…
Agora vou pôr um bocadinho de palha para o post ficar mais completo…
Pronto, acho que não é preciso mais palha…
Voltemos à piada…
…
Ora… em Portugal, podemos falar em furto proibido!
Tenho de confessar que nunca fiz um post a explicar porque é que não iria poder fazer um post, mas a ideia não está mal pensada. Terei de me lembrar disso no futuro. Contudo, este post existe e ser-lhe-á dada na sua plenitude nas linhas de texto que se seguem
Parece, portanto que há mais vídeos de onde os outros vieram. E com a mesma qualidade, o que é de louvar.
Tendo em conta que hoje ainda não fiz um post, não será por isso que se deverá esperar algo de especial deste. Até porque também é palha, palha, palha, vídeo, macaco, macaco, roupa interior. “Em equipa que ganha, não se mexe”, como diria Çabastião Bicente, Gonorrei da Ria Vené.
Um dos grandes marcos na história dos videojogos foi o ilustre Super Mario Bros. para a não menos ilustre Nintendo Entertainment System (mais conhecida como NES ou Nintendo). É, creio eu, tido por uma vasta maioria como o primeiro jogo em que apareceu o senhor Mario Mario. Infelizmente, essa quantidade de senhores e senhoras estão abismalmente enganados. Não ao ponto de uma Fossa das Marianas, evidentemente, mas ainda dá para um valente buraco.
O primeiro jogo em que o senhor Mario Mario se deu a conhecer ao mundo foi um palco partilhado com um certo gorila, o senhor Donkey Kong, ainda sem gravata. É também o nome do jogo, não somente de um gorila: “Donkey Kong”
O vídeo que coloquei ao vosso dispor mais abaixo é, portanto, o Donkey Kong, segundo Egoraptor. Enjoy!
Sábado tenho frequência de Química, e pouco mais tenho feito que estudar…
Lá para Domingo devo estar mais à vontade para coisas…
Entretanto, relembro aos nossos leitores que há uma “página” deste blog que se chama ‘Estado da Team Garrafive’ (lá em cima), na qual eu e o Cinclaw escrevemos sempre que haja algum motivo para falta de postacionagens… costuma estar moderadamente actualizada.
…e sempre é da maneira que se evitam alguns suicídios por parte de leitores mais entusiásticos e impacientes…
Aproveitem bem estes dias, façam coisas úteis para passar o tempo… leiam um livro, plantem uma árvore, comam iogurte, construam a Torre Eiffel com fósforos, passeiem o cão, etc.
Nada como uma referência mais obscura que um tampão à noite e uma pun francamente má para começar mais um preguiçost (post + preguiçoso, mas ao contrário).
Este preguiçost tem a intenção de não prolongar a sua estadia mais do que o necessário, logo irá deslocar-se a uma velocidade estonteante pelas estradas da introdução pejada de palha e explicação do título até ao seu destino e culminar.
Bem, nada como começar pelo princípio, hem?
O post tem a intenção de introduzir um vídeo muito bem conseguido, concuidadoparanãoservisto e cõumagabardinaeóculosescuros, feito pelos senhores da “Too much spare time”. Envolve duas coisas, as quais estão fortemente, e não fracodizverdade, relacionados com o título deste grande preguiçost:
Bohemian Rhapsody, dos Queen
Zero Wing
E onde é que entram os chapéus? É que a parte das bases a gente percebe. Bem, é uma história gira. Envolve karaoke na margem sul, headbanging e esse pequeno “troféu”. Karaoke efectuado pela minha pessoa, portanto, na Costa da Caparica, onde não costumo ir e onde, até à data presente, só fui duas vezes. Efectuado num qualquer bar nocturno da zona, com o omnipresente karaoke. Karaoke esse que não me possibilitou assassinar a Barbara Ann dos Beach Boys (e ainda bem, porque, comparada com a cover dos Blind Guardian, é uma desgraça), logo fiz o que qualquer outra pessoa faria. E consta que o fiz bem… o público gostou, pelo menos. Aquele aplauso sonante não enganou muita gente.
Durante um pequeno momento de headbanging durante a guitarrada instrumental, nada inspirado numa cena do Wayne’s World, o senhor Indy Víduo, que estava a dirigir a coisa, achou por bem colocar um chapéu de palha “Cachaça 51″ no meu enorme e desproporcionado crânio. Desconheço se o fez com o intuito de me chamar alcoólico, palhaço ou imbecil. Mas a coisa funcionou bem. Foi uma noite memorável, cuja descrição encheu o post com palha de qualidade, com ou sem chapéu.
Quanto às bases, bem, o Zero Wing e a mítica frase “All Your Base Are Belong to Us” já entraram no vocabulário de qualquer internetrodita. Logo, suponho que todos saibam ao que se refere o vídeo. E suponho, não o tiro. Bem, without further ado…
Como disse no post anterior, sexta-feira fui ver o ‘Corrupção’, um filme de que se tem falado muito, ultimamente. E, realmente, dá que falar, o filme… e dá para rir, também… principalmente se se for vê-lo com um grupo relativamente grande de gente…
Mas, enfim… isto não tenciona ser uma review do filme (isso há aos pontapés noutros lados), mas uma desculpa para uma piada seca…
Ora… a actriz que faz de ‘Sofia’ é relativamente conhecida (eu não a conhecia…), e chama-se Margarida Vila-Nova…
Neste filme, essa fulana faz não só de personagem principal, mas também de protagonista. Vejam bem que versatilidade por parte desta jovem actriz!
E é também de louvar a estratégia do(s) realizador(es)… o filme pode não ser o que vulgarmente se designa por ‘bom’, mas há cenas em que se vislumbram seios!, portanto, logo aí, o filme fica mais giro.
Acontece que também a protagonista protagoniza uma cena desse género, numa piscina…
Por essa razão, queria criar uma nova alcunha para a já referida actriz: Margarida Vi-la Nua!
(AVISO: Este post foi escrito em tom de violenta irritação e contem alegações insultuosas dirigidas a uma série de indivíduos ou grupos de pessoas. Se o planeia ler, tenha a noção que a responsabilidade é completamente SUA.)
Apesar do título ser bastante parecido com algo saído do departamento criativo do PNR, confesso que é a disso mesmo que trata o post (de defender o português como língua, não de ser um produto do dito departamento do partido em questão [e aos pedaços]).
Estava eu muito bem sentado no comboio, a fazer o habitual trajecto Casa – I.S.T., a ler os jornais que se costumam ler no comboio (Destak, Global, etc.), a ouvir a música que se costuma ouvir no comboio quando me deparei com algo com que não me costumo deparar no comboio.
E foi aqui que a porca torceu violentamente o rabo. Violentamente, com guinchos estridentes, eschiclets e até esmentos. (mais…)
Ontem foi um dia engraçado… passei-o com amigos, fomos ao cinema ao Alvaláxia ver o ‘Corrupção’ (a melhor comédia do ano) e depois ainda fomos ao Cristóvão Colombo jantar, passear, ir à fnac (voltei a encontrar os Gatos Fedorentos, e eles reconheceram-me ), e jantar por lá…
E digo isto porque são factores importante na criação de piadas a boa disposição e o passar um dia inteiro com um grupo de pessoas porreiras… ajuda à secura, para além de ser extremamente agradável por si só.
Esta piada surgiu numa conversa… e foi uma colaboração Klawfive-Laharl, como muitas o são…
Quanto às circunstâncias mais específicas… isto veio a propósito de uma colega ter dito que a escola primária onde andou se chamava ‘A voz do operário‘ (atenção ao nome…), e que era… comuna, acho que descreve ferpeitamente…
Mas, mais importante do que “o que isso era” é “como isso soa”… … e quando se tem uma mente (infantil, confesso…) que tenta fazer piadas com tudo, o som é a primeira coisa a analisar…
Portanto, o pessoal da Immoratus deseja anunciar a criação de um novo lar de terceira idade.
Um lar chamado ‘Avós do Operário‘ … Um lugar-comum para gente comuna… …Um lugar sem classe classes!
…com exibições diárias de filmes dos irmãos Marx…