Proponho-me, desta vez, optar pelo caminho fácil: transcrever algo feito por outrém, esperando obter algum mérito por ser eu a fazê-lo e não aqueloutro.
Venho transmitir a todo o nosso público a segunda edição da categoria “Pérolas da Tradução”, que, por inúmeras razões, não pecará por escassez de posts.
Esta dedica-se à contra-capa da caixa do CD de instalação do jogo que dá o título ao post. Para deixar bem claro, o CD está em minha posse por razões monetárias: vinha com o jornal “O Público”, e foi adquirido.
E agora, as notícias…
(Aviso que não acrescentei nada ao texto que se segue.)
“És membro da fortaleza de choque de alto risco HUNT, grupo ultra-secreto das Nações Unidas enviado para resolver missões maior que três milhas de águas territoriais dos Países membros. A tua equipa investiga possíveis actividades ocultas num manuscrito quando de repente começam a aparecer tropas inimigas do nada. Há distância. a vossa investigação explora, e mesmo antes da rápido parar de se escutar a voz desesperada de um repórter narrando a destruição de Los Angeles.
Um prisioneiro fugitivo informa-te de que um especialista em pirotécnia e dono de vários estúdios de cinema uniu forças com o obscuro. O seu plano: matar milhões de pessoas inocentes para a glória do seu chefe. O Obscuro. Não tendo outra saída, o Hunt introduz-se num mosteiro optando pela única alternativa deter o Obscuro na sua acção.”
Ainda pensei em incluir comentários às partes mais zany, mas achei que seria overkill.
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Sim senhor! Devia haver mais jogos em que tivéssemos de resolver missões maior que três milhas de águas territoriais dos Países membros [das Nações Unidas]. E a Marvel deve estar a roer-se de inveja por não se ter lembrado antes de criar um vilão que fosse um especialista em pirotécnia e dono de vários estúdios de cinema, que tenha unido forças com o obscuro! (…O Obscuro)
E gostei particularmente do “Há distância. a vossa investigação explora”
… o jogo é alguma coisa de jeito, ao menos?
O jogo era um FPSzeco que não era muito mau, embora as armas se limitassem a: uma ou duas pistolas, uma mp40 (metralhadora da 2ª Guerra Mundial), e uma variedade de bazucas (heat seekers, e por aí fora).
Era giro, mas não era nada de especial.
Mas a minha parte favorita ainda é sermos membros de uma “fortaleza de choque de alto risco” que “investiga possíveis actividades ocultas num manuscrito”!
LOLOLOL
Adoro estes tradutores geniais.
Faz-me lembrar quando fui ver o último Star Wars e traduziram o nome dos robots como Artoo e Threepio =P
[quote comment="6037"]Faz-me lembrar quando fui ver o último Star Wars e traduziram o nome dos robots como Artoo e Threepio =P[/quote]
Olha que esses são os nomes deles nos guiões originais dos filmes, e nas novelizações dos mesmos. Nesse caso, não é um erro de tradução.
A mais grave ainda é quando traduzem “cave” para “cave”.
Sério? Então qual é a cena do R2D2 e C3PO? Supostamente são os modelos… então Artoo e Threepio são o quê, os “pet” names?
O que uma pessoa aprende =D