Já é a terceira vez que a luz vai abaixo hoje! E quem se lixa sou eu, o Final Fantasy XII, que foi abaixo, e o meu joelho, que bateu no aquecedor porque estava escuro…
Portanto já sabem, se não conseguir escrever mais, é porque a luz foi abaixo outr
Já é a terceira vez que a luz vai abaixo hoje! E quem se lixa sou eu, o Final Fantasy XII, que foi abaixo, e o meu joelho, que bateu no aquecedor porque estava escuro…
Portanto já sabem, se não conseguir escrever mais, é porque a luz foi abaixo outr
Não é um título completamente original, mas serve…
Esta surgiu-me enquanto ouvia a Antena “rádio-que-liga-Portugal” Um. E “vejam lá ver”, nem mesmo algo tão inofensivo como uma estação de rádio escapa das piadas secas.
E, sob a minha autoridade, declaro que esta piada tem o selo de falta de qualidade Garrafive!
Vamos lá então…
“Eu ando de bicicleta duas vezes ao dia”
LOGO… “Eu reciclo todos os dias”!!!
Genial, não é?
…
Não?
Ocorreu-me há bocado, numa circunstância qualquer, uma piadola das mais reles que já me ocorreram.
Logo, será postada aqui.
E aqui vai:
P: Que nome se dá a um sportinguista das Caldas da Raínha?
R: É um caldo verde!
E cá está.
Inspirada pela exposição do Star Wars (no museu da electricidade), esta piada foi uma colaboração de três indivíduos, cujo humor roça o imbecil, e depois o imbecil vira-se para o humor e diz, tipo, “Ei! Roçaste-me!”, e depois o humor diz “Eh pá, tá calado!”, e ficam assim…
…
Parvo, não é? … Pois…
Já há algum tempo que não havia posts na categoria Dragon Ball, não era? Pois!
Mas hoje vim colmatar essa lacuna (oooh!), oferecendo um pequeno jogo de imagens, com uma das personagens mais ‘fixes’ de todo o DBZ (e tenho a certeza que o Cinclaw concordará comigo). Trata-se do Sr. Unidade-básica-da-vida, CELL! (e é daí que vem o título do post – Perfect Cell… e tal)…
O conceito deste divertidíssimo jogo é descobrirem o que aconteceu de uma imagem para a outra (são duas imagens, portanto). É quase como um “descubra as diferenças”, só que a diferença é que só há uma diferença. (mais…)
Descobri há relativamente pouco tempo que se passa algo de muito curioso em tão conhecido organismo português.
É um facto consumado que, nos últimos anos, durante o Verão, se tem repetido uma situação lastimável e plenamente problemática. E, fora o ocasional ser humano sofredor de vácuo craniano, ninguém gosta do que acontece todos anos, facto tornado óbvio pela desatenção intencionada que os media portugueses lhe prestam (o que é raro no que toca a tragédias em território nacional). Mas não desalentem, parece que finalmente se faz qualquer coisa no que toca aos incêndios e todo o tipo de combustões descontroladas em território nacional.
Chegamos, portanto, ao cerne do post. É preciso ter em conta que tudo o que escrevi acima é espanhol, porque é de Valência. Sejamos sinceros: o que é espanhol não interessa.
Lá porque fui de fim-de-semana não me livro de inventar piadas secas. Aliás, parece que mudar de ares fez bem à secura, porque a piada de hoje é, usando uma terminologia que já tem uns anitos, Árida!
Uma piada seca sobre informática… Impossível, dizem vocês?!
TRETAS!
E vou prová-lo!
Recorrendo ao simples raciocínio que permite resolver uma pequena equação, cheguei a uma conclusão assustadora sobre coisas… Sabem quanto é que é ‘Pent’? Sabem?… Pois não sabem… mas eu descobri!
Pent = 3
Porquê?!
Porque Pentium 4!!!
Bem… já há algum tempo que não me ocorria uma piada seca a meio de uma aula… bons tempos que têm sido, eh?
Nunca-o-menos (Nevertheless), a piada de hoje é particularmente fraquinha (sim!, é um rip-off do Gato). É uma piada que, como os mais perspicazes de vós podem já ter reparado, é do género “Qual o nome do filme?”… não conhecem? É do género…
“Um domador de ursos é despedido. Qual o nome do filme?”
- O Ex-ursista.
(dá para perceber que a piada não é minha — heck!, é engraçada!)
Enfim… vamos às coisas caseiras… Atenção que não é, literalmente, uma piada “Qual o nome do filme?”, porque estas costumam gozar com os títulos dos filmes (lá está… o Ex-ursista…). Nunca-o-menos, vamos continuar…
“Um agente da polícia decide mudar de profissão. No entanto, insatisfeito com o seu novo emprego, decide voltar a ser agente da polícia. Sabem que nome se dá a este sujeito?”
…
Se não chegaram lá, eu digo… aliás, mesmo que tenham chegado lá, eu digo…
É um Reagente !!!!!!!!!!!!!!!!!1!
Isso mesmo, a piada seca de hoje fala-nos da pré-história…
Desde pequeno que o meu pai por vezes me dizia uma rima engraçada e portuguesmente impecável, que é a seguinte…
“No tempo dos Pré-Históres / Os homens eram barbáros / E subiam às arvóres / Para matar os passáros”
E sim, os acentos estão como deviam estar. Podem verificar que rima. Trata-se, obviamente, de uma brincadeira, e dispensa comentários…
… ou será que dispensa?
… ou será que cozinha? (ho ho ho…)
Mas calma lá que a piada não é essa. Tem a ver com o 1º ‘verso’: “No tempo dos Pré-Históres”…
Ora… no tempo dos Pré-Históres…
Só havia cortinados…
!
P.S: A piada é do Laharl
Har har har, não é só ele que está sem inspiração.
Mas eu recuso-me a não postar nada, mesmo que poste algo sem qualquer inspiração e conteúdo humorístico (de percentagem baixa de humidade atmosférica).
Muito bem, cá vai:
P: Porque é que não se cria gado à beira-mar?
R: Para não ficar salgado.
Correndo o risco de me repetir, HAR HAR HAR!
É isso mesmo… devo as minhas desculpas aos leitores (mais ou menos assíduos) do Garrafive pela escassez de posts. O que sucede é que, ultimamente, tem sido um período com escassos momentos de humor seco, digno de figurar nestas páginas.
E a culpa não é senão minha… apesar de tanto eu como outros que me conhecem admitirem que as piadas que costumo postar são, de facto, miseravelmente secas (no bom sentido), como a qualquer artista, abate-se perante mim uma época tremenda de falta de inspiração, cuja causa desconheço por completo (or do I…?). Resta esperar que passe…
Os próximos posts podem ser, portanto, tentativas miseráveis de fazer rir o autor (porque os leitores não riem de certeza – não com as piadas Garrafivescas…), ou, se entretanto estiver outra vez em forma, excelentes tentativas de fazer rir o autor (porque, lá está, os leitores não costumam rir…)
E, infelizmente, pela causa acima referida, não vou concluir este post com uma piada seca… porque simplesmente não tenho nenhuma, mas antes com um heróico e carismático “Não perdem pela demora…”!
Falo da perspectiva “Bom Português”, de que muitos de vocês já terão ouvido falar. Consiste em falar e escrever correctamente a Língua Portuguesa, e as pessoas que me conhecem sabem que sou bastante exigente nesse aspecto (coisa que, a meu ver, é uma virtude, e não um defeito).
Um excerto cuja leitura vos proponho é apenas um slogan de uma marca de cereais de pequeno-almoço (curiosamente, nunca ouvi falar em cereais de lanche, portanto, enquanto esses não chegam, vou comendo bolachas ou outras coisas…). Esses cereais são os Clust*rs, da N*stlé. Fiz um recorte de uma embalagem, que por acaso até tenho usado como marcador de livros (o recorte, não a embalagem). Esse tal recorte diz o seguinte:
“A combinação de sabores que não vai conseguir resistir!“
E agora, pergunto-vos eu… o que é que isto tem de errado? (E a resposta não é ‘nada’ – há algo de errado, sim)
Sabemos que há qualquer coisa de errado quando um erro destes passa por vários revisores e é impressa em milhares de embalagens…
P.S. Coloquei o asterisco no ‘e’ de Clusters, senão arriscava-se a que parecesse Clisters – e acho que esses cereais não haviam de ter muita saída…
P.P.S. O erro é faltar a preposição ‘a’ antes do ‘que’. Ou seja, ‘A combinação de sabores A que não vai resistir’. Caso contrário, seria ‘A combinação de sabores que não vai resistir (a qualquer coisa).